Teorias através dos séculos: como surgiu o buquê de noiva?

Teorias através dos séculos: como surgiu o buquê de noiva?

 

O hábito de carregar o buquê é antigo, e existem diversas versões de como ele começou. A mais romântica conta que antigamente não era comum falar sobre os sentimentos, e as flores do buquê da noiva eram escolhidas a dedo com base no seu significado.

Rosas vermelhas, por exemplo, significam paixão e amor; copo de leite representa felicidade e pureza; gérbera, alegria.

 

Na Grécia Antiga vemos os primeiros sinais de origem do buquê de noiva, quando as noivas carregam um arranjo de ervas e grãos para que a união fosse frutífera. Elas também usavam o arranjo para honrar a deusa Hera, noiva de Zeus, e costumavam colocar alho para afastar a inveja e o mau olhado. Com o passar do tempo as ervas foram substituídas por flores.

 

Já na Idade Média, as noivas costumavam fazer o trajeto até a igreja a pé, e durante esse percurso recebiam dos transeuntes ervas e flores, como modo de desejar sorte, amor e felicidade. Ao chegar ao local do casamento elas estavam com um belo arranjo nas mãos.

 

Na Roma Antiga, as ervas aromáticas do buquê serviam para espantar espíritos ruins.

 

Uma outra teoria, nada romântica, Conta que nos séculos XVI e XVII os banhos eram raros , e as noivas preferiam se casar no mês de maio porque era o início da Primavera no hemisfério norte. Assim, as flores disfarçavam o mau cheiro e ajudavam a perfumar o ambiente.

 

Ao contrário do que acontece nos dias de hoje, as noivas antigamente gostavam de confeccionar os seus buquês. Sim, no plural mesmo, porque eram dois buquês: um para entrar na igreja e outro para jogar para as solteiras. O buquê que a noiva usava no casamento era abençoado por um sacerdote e preservado em uma  redoma de vidro, para que fosse exposto na sala da casa ou no quarto, para que a noiva se lembrasse sempre do dia do casamento.

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